Assumir responsabilidade

Hey yo, wassup? Já faz um tempo que eu não posto aqui…

(revisei o texto e vi que ele não está muito bom, mas não vou reescrever pra ser injusto com quem já leu)

Quantas vezes você passou por um problema pelo qual você, ao invés de assumir ser o causador, procurou pessoas próximas para culpá-las ou jogar parte da culpa nessas pessoas? O que aconteceu? Provavelmente você tenha conseguido um novo problema ou envolvido outras pessoas no seu problema, não é mesmo?

Acredito que as pessoas não façam isso por serem pessoas ruins, e que isso é apenas um truque da mente para “trabalhar menos”. Afinal, é sempre mais fácil achar que a culpa é do outro, ao invés de assumir o erro e ir atrás de resolver o problema, ou de trabalhar para impedir que aconteça novamente.

Mas “assumir o erro” não significa “Deixar de culpar A ou B para me culpar”. Significa reconhecer o erro e tomar a responsabilidade para si, a fim de lidar com a situação corretamente. Os principais benefícios que vejo acerca disso são: sentir-se no controle da situação (o que por si só já causa uma sensação de bem-estar), e estar mais bem preparado para enfrentá-la (agora ou futuramente).

É claro que isso é apenas minha opinião, mas eu recomendo fortemente que você dê uma chance, tente e depois me diga o que você achou.

“Cachorro? Que cachorro o que, eu não sou cachorro, não!”

Voltando pra casa…

“Casa” é muito diferente de “Lar”.

Casa é um lugar com paredes pra guardar suas coisas, pra voltar no fim do dia, pra acender a luz, pra lavar os copos, pra contar os corpos, pra desligar a luz e dormir.

Lar é um conceito.

Para mim é qualquer lugar onde você se sinta bem, onde você tenha coisas e pessoas que lhe agradem, um ambiente no qual você se sinta confortável, onde você consiga exercer suas atividades (lúdicas ou não) de forma eficiente e agradável, sem se sentir mal e sem se sentir um alien, sem ter que encarar ondas de olhares e palavras desencorajadoras, é saber que do lado de fora da janela tem faces amigáveis e sinais abertos.

É estar onde você sabe que mesmo tendo acordado se sentindo um lixo, até o final do dia você vai ter alguma razão pra se sentir melhor, que mesmo com toda “não-vontade” de ir pra aula vai terminar valendo a pena, que você vai encontrar pessoas pra tornar seu dia legal.

Seu Lar é um lugar onde você, mesmo depois de passar 8 horas em um laboratório de faculdade (por 3 dias seguidos), não se sente cansado ou chateado, você sente como se tivesse tudo valido a pena por causa das conversas, das risadas, do trabalho extrenuante, mas realizado de forma tão lúdica e coletiva que a dor foi negligível.

E depois desses 3 dias de trabalho duro, você ainda se sente empolgado a ponto de pegar uma sessão de cinema das 22 às 00 horas com seus colegas de aula, afinal… você tava na faculdade das 11 as 20, mas você sabe disso… e não reclama.

E o mais importante, em seu Lar você tem a paz de espírito para dar pé a todos seus planos sem se preocupar com suas necessidades primárias, você pode sair da esfera da necessidade e entrar em um novo paradigma, se preocupar até mesmo com problemas de nível mais elevados, não estar acorrentado às necessidades mais básicas para sua sobrevivência como ser humano.

De volta para Casa.

“And you’ll sleep better when you think you’ve stepped back from the brink \ And found some peace inside yourself, laid down your heavy load”

Sobre passeios em grupo, drogas e viagens no tempo.

Título Alternativo:  “O porquê de eu gostar de ficar em casa” ou mesmo “Primeiro blog de viagem, ever.”

(seria legal também se antes das pessoas falarem “você não sai de casa” elas se informassem um pouco)

Quem me conhece sabe que eu sou daqueles que gostam de ficar em casa, daqueles que acham que estar no lar fazendo qualquer coisa (ou nada), é melhor do que uma saída “só por sair”.

Sabem também que pra me tirar de casa sem fazer cara feia eu tenho que gostar bastante de você, e que  pra eu te chamar pra sair você provavelmente tem que ser uma de três ou quatro pessoas bem específicas, mas eis que surge:

Passeio semi-grátis pra Washington D.C e NYC, ver lugares legais, pessoas diferentes, comprar, ter várias oportunidades legais de foto, sair do frio e pegar horas e horas de trilha urbana, seria até a receita da felicidade (not) se não fosse o seguinte adendo: O passeio é feito “em grupo” com mais 11 pessoas e 2 “responsáveis”.

O porquê de passeios em grupos serem terrĩveis pra mim é um assunto extenso e deve ficar pra outro escrito mais lúdico, mas por hora vou abordar só meus problemas com ESSE passeio, começando com:

a) Hora de partida incompatível com meu ciclo diario:  Eu tenho aula de noite, assim sendo, eu me dou ao luxo de acordar entre 10 e 12 horas (em condições normais) porque não interfere nas minhas atividades e porque eu gosto de dormir tarde e dormir bastante.

Se fosse um passeio com os “bróder” ia ser melhor, mais fácil e mais divertido de acordar cedo… poderiamos flexibilizar o horário, e eu poderia não ir a qualquer momento sem ter que arcar com reembolsos nem ações disciplinares.

E para tornar o horário mais chato a gente teve que viajar no tempo, a segunda cidade que veriamos no dia estava com o relógio uma hora a frente da nossa cidade de partida (horário de verão-coisas), o que foi motivo pra nós acordamos MAIS cedo.

b) Incomôdos:  Fazer malas, acordar cedo, passear duas horas de ônibus, carregar malas, pegar avião (com aqueles complicadores clássicos de conseguir entrar no avião, que ocorre em qualquer lugar do mundo), pegar malas, lombar as malas pela malha de metroviaria (?), se perder com todo mundo nas estaçoes de metrô, pegar o metrô errado, voltar, pegar o metrô certo, andar pra caralho (com chuva, malas e mochila) até chegar na residência.

Soou confuso né? Pois é. Foi confuso mesmo. Para aquelas pessoas com o espírito de andarilho mochileiro urbano pode até ser que isso seja excitante e que o passeio valha a pena, mas, pessoalmente, eu só passaria por isso ou a trabalho, ou para passar uma época muito boa com pessoas importantes (vide viagens lendárias a senhor do bonfim na infância. Mas eu tenho planos muito especiais pra essa viagem, e isso me ajuda a seguir em frente.

c)Um bônus: Isso tudo, obviamente, sem dormir nada. Foi até  interessante ver a cara das outras pessoas que não tinham dormido essa noite e sentir alguma semelhança entre nós (a única). Depois do momento tenso pra decidir quem ia dormir aonde (deficit de camas na hospedagem), foi subir, deitar, engolir um Advil PM e dormir até hoje.

Fechamento: Não importa quão miserável seu dia esteja, drogas (legais ou não) podem torná-lo um pouco melhor.

Até.

Mendicância habilmente disfarçada: Se você gostou do escrito, pode curtir, amar e compartilhar nas suas redes sociais, eu nem ligo.

“Don’t believe that the weather is perfect the day that you die.”

A vida tá “Hard”

março 5, 2013 2 comentários

Revendo (online) um amigo com o qual eu não falava há muito tempo ele disse uma coisa que me fez refletir mais do que o esperado: “A vida tá hard, man.”, coisa normal de se falar sendo adolescente nesses dias de hoje.

A princípio não entendi, pra mim sempre foi hard, mas aí eu cheguei a uma conclusão chocante considerando-se meu interlocutor:

Agora tá HARD até pra ele.

Um pouco de contexto: Há alguns anos atrás esse era um rapaz que ficava super feliz com coisas como… um beijo de garota na bocheca, uma nota maior que a dos colegas ou até o fato de ter terminado o dever de casa antes dos outros. E agora a vida tava hard até pra ele.

Analisando, me veio a idéia de que não é a vida que está hard, mas sim que ele chegou naquela fase em que a gente começa a olhar pras coisas e achar defeito em tudo, deve ser a maldição de quem pensa em tudo num mundo em que está tudo errado, o novo mal do século? Só observando mais um pouco pra se saber.

Enfim, uma noite sem sono trouxe a vontade de escrever isso, algumas horas olhando pro teto além do cobertor e lembrando de uns acontecimentos recentes e outros nem tanto, aquele surto de criatividade que surge de uma noite mal dormida , quem já teve, sabe.

Nem assim sou criativo.

Até breve.

“So deep in her disguise. I fail to recognize. My sister, The Shapeshifter.”

Unboxing do Uncharted 3 Collector’s Edition (PS3)

E aí, pessoal!

Já faz bastante tempo que eu gravei esse vídeo, mas não sei por que motivo não postei aqui no blog ate hoje, então aí está:

…Até mais!

ps.: é verdade, eu havia jogado o Uncharted 1 e 2 e não tinha percebido que o Drake usava um anel pendurado no pescoço. Percebi enquanto gravava o vídeo, como deu pra vocês perceberem!

Não tem o Photoshop? Use o Paint.NET!

Quando se fala em edição de imagem, a primeira coisa que vem à cabeça das pessoas é “Photoshop”(bom, normalmente pirateado, ckackeado, whatever, quando é para uso doméstico). O problema do photoshop é que ele tem diversas limitações, que vão de preço a exigência de um hardware poderoso para rodá-lo. Mas dificilmente encontramos uma alternativa gratuita e de qualidade para Windows.

Uma ótima solução que encontrei para uso não-profissional foi o Paint.NET. Seria muita pretensão dizer que ele pode substituir o Photoshop, mas ainda assim ele é um editor de imagem extremamente leve, pequeno (o instalador tem pouco mais que 3MB) e conta com camadas, várias ferramentas e efeitos.

Paint.NET

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Prontos Para uma Revolução na Educação?

fevereiro 20, 2012 Deixe um comentário

Alô!

Depois desse tempinho away volto com uma publicação de peso, trata-se de uma pérola encontrada após muitas horas de, er… pesquisa no 9gag, após ler e traduzir a mesma, resolvi postá-la Aqui.

Então, esse jovem professor elaborou um sistema muito interessante para avaliar os alunos nas matérias ministradas por ele, numa tentativa de tornar o ensino mais dinâmico, ele usou alguns elementos de RPG visando estimular a assiduidade e a participação dos alunos em atividades extra-classe. Eu rapidamente resolvi traduzir o poster de uma das classes do “sistema” (link no primeiro parágrafo) pra divulgar por aqui como isso funciona, mais comentários meus abaixo, após o corte.

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