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Archive for maio \18\UTC 2011

Para Gostar de Música: Between the Buried and Me (Parte 1)

Aviso: Esse post contém muitos comentários totalmente parciais.

E aí galera, tudo bom!?
Então, tem alguns assuntos os quais eu sempre evitei discutir aqui no blog, dentre os quais posso destacar: música, política brasileira e meu posicionamento, er…. oposto ao movimento “software livre”.

Mas hoje eu resolvi (depois de muito tempo away) aparecer aqui pra falar justamente de Música e apresentar ao mundo (certo… menos, menos) uma banda que eu descobri há alguns anos atrás e venho escutando em doses diárias desde então… É uma daquelas bandas que quando você conhece e gosta você tenta fazer dela sua “bandinha secreta” mas, sinceramente, eu prefiro que outras pessoas que curtam o estilo possam desfrutar.

Então, vamos fazer uma viagem pela breve discografia desses rapazes que atendem coletivamente pelo nome de Between the Buried and Me.

Between the Buried and Me (2002)

No primeiro álbum, a banda mostra um som energético e jovem em todos os sentidos, desde então se pode perceber a alternância entre tipos diferentes de vocal (uma marca da banda) e as variações de ritmo e estilo existentes dentro de uma mesma música. Pode-se notar também nesse album uma raiva contra certos comportamentos, acontecimentos e instituições da sociedade,

A música chave desse álbum é, para mim, a primeira faixa: More of Myself to Kill

Em seguida: O segundo álbum da banda:

Nota: A partir desse album recomendo que escutem todos com as letras correspondentes, pois algumas músicas contam histórias que serão complementadas por histórias dos próximos albums.

The Silent Circus (2003)

Nesse album, o som da banda se mostra muito mais refinado do que no album anterior, com mais influências de metalcore e mais ênfase técnica, é aqui tambem que se começa a observar o brilhantismo do grupo enquanto banda, um solo que começa na guitarra é complementado belissimamente pelo baixo, pelos teclados ou até pelos vocais.

Enfim, por mais modinha que seja (se é que se pode usar o termo “modinha” relacionado com uma banda não tão popular) , tenho que dizer que a pérola desse álbum é a quarta faixa: Mordecai (não pergunte ¬¬)

Para fechar esse post, vamos falar do álbum no qual eu acredito que a banda atingiu e conseguiu usar todo seu potencial(o que não quer dizer que não tenham o superado nos seguintes!). Terceiro álbum: Alaska

Alaska (2005)

Esse álbum é simplesmente perfeito, soa exatamente como se cada nota tivesse sido colocada alí com todo o cuidado do mundo, quem diria que uma troca de Guitarrista, Baterista e Baixista iam fazer tanto bem a uma banda?

Nesse trabalho que podemos ver com precisão pra quê a banda veio, vemos como os integrantes exploram todas as possibilidades sonoras para compor as melodias, abandonando um pouco os riffs carregados que já estavam em desuso desde o segundo álbum. Em Alaska, também se nota que mesmo com a mudança de integrantes a capacidade de coesão dos músicos é incrível  e cada um entra exatamente quando deve e como deve, trata-se também de um album um pouco variado onde algumas músicas são bem rápidas e métricas onde outras são inerentemente experimentais, mas sempre com ênfase em solos melódicos de guitarra e destaque para a excepcional apresentação de Tommy (Vocalista) em algumas músicas.
Sinceramente… é difícil separar uma música desse álbum… mas acho que essas duas sintetizam bem as duas faces do mesmo.

Selkies: The Endless Obssession (Bem Experimental)
The Primer (Bem ‘core’)

Então galera, parece bom demais? Mas acreditem que ainda ficou melhor nos próximos álbuns, mas isso é assunto pra um outro post… aproveitem pra digerir aí.

“This is what I lived to be. This very moment is the first time in my life that I’ve felt pure joy.”

Games agora são legalmente considerados Arte (nos EUA)

Poisé, pessoal! Isso é uma grande novidade pra mim tanto quanto pra vocês!

Leonardos

Em primeiro lugar, eu nem sabia que Arte era algo que se “considera legalmente”, mas emfim…

Durante décadas o mundo vem distutindo se video games são ou não arte. Pra quem aqui não conhece a minha opinião (acho muito difícil de existir essa pessoa), eu digo: sim, games são arte! Isso mesmo, arte assim como pinturas, filmes, livros, etc. Gostei muito mesmo quando simplesmente vi o link dessa notícia (http://www.escapistmagazine.com/news/view/109835-Games-Now-Legally-Considered-an-Art-Form-in-the-USA), tanto é que resolvi traduzir o texto para aqueles que não podem lê-lo em inglês(quem puder me reportar falhas na tradução, me faça esse favor).

Eis:

Leia mais…

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