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Archive for abril \10\UTC 2013

Assumir responsabilidade

Hey yo, wassup? Já faz um tempo que eu não posto aqui…

(revisei o texto e vi que ele não está muito bom, mas não vou reescrever pra ser injusto com quem já leu)

Quantas vezes você passou por um problema pelo qual você, ao invés de assumir ser o causador, procurou pessoas próximas para culpá-las ou jogar parte da culpa nessas pessoas? O que aconteceu? Provavelmente você tenha conseguido um novo problema ou envolvido outras pessoas no seu problema, não é mesmo?

Acredito que as pessoas não façam isso por serem pessoas ruins, e que isso é apenas um truque da mente para “trabalhar menos”. Afinal, é sempre mais fácil achar que a culpa é do outro, ao invés de assumir o erro e ir atrás de resolver o problema, ou de trabalhar para impedir que aconteça novamente.

Mas “assumir o erro” não significa “Deixar de culpar A ou B para me culpar”. Significa reconhecer o erro e tomar a responsabilidade para si, a fim de lidar com a situação corretamente. Os principais benefícios que vejo acerca disso são: sentir-se no controle da situação (o que por si só já causa uma sensação de bem-estar), e estar mais bem preparado para enfrentá-la (agora ou futuramente).

É claro que isso é apenas minha opinião, mas eu recomendo fortemente que você dê uma chance, tente e depois me diga o que você achou.

“Cachorro? Que cachorro o que, eu não sou cachorro, não!”

Voltando pra casa…

“Casa” é muito diferente de “Lar”.

Casa é um lugar com paredes pra guardar suas coisas, pra voltar no fim do dia, pra acender a luz, pra lavar os copos, pra contar os corpos, pra desligar a luz e dormir.

Lar é um conceito.

Para mim é qualquer lugar onde você se sinta bem, onde você tenha coisas e pessoas que lhe agradem, um ambiente no qual você se sinta confortável, onde você consiga exercer suas atividades (lúdicas ou não) de forma eficiente e agradável, sem se sentir mal e sem se sentir um alien, sem ter que encarar ondas de olhares e palavras desencorajadoras, é saber que do lado de fora da janela tem faces amigáveis e sinais abertos.

É estar onde você sabe que mesmo tendo acordado se sentindo um lixo, até o final do dia você vai ter alguma razão pra se sentir melhor, que mesmo com toda “não-vontade” de ir pra aula vai terminar valendo a pena, que você vai encontrar pessoas pra tornar seu dia legal.

Seu Lar é um lugar onde você, mesmo depois de passar 8 horas em um laboratório de faculdade (por 3 dias seguidos), não se sente cansado ou chateado, você sente como se tivesse tudo valido a pena por causa das conversas, das risadas, do trabalho extrenuante, mas realizado de forma tão lúdica e coletiva que a dor foi negligível.

E depois desses 3 dias de trabalho duro, você ainda se sente empolgado a ponto de pegar uma sessão de cinema das 22 às 00 horas com seus colegas de aula, afinal… você tava na faculdade das 11 as 20, mas você sabe disso… e não reclama.

E o mais importante, em seu Lar você tem a paz de espírito para dar pé a todos seus planos sem se preocupar com suas necessidades primárias, você pode sair da esfera da necessidade e entrar em um novo paradigma, se preocupar até mesmo com problemas de nível mais elevados, não estar acorrentado às necessidades mais básicas para sua sobrevivência como ser humano.

De volta para Casa.

“And you’ll sleep better when you think you’ve stepped back from the brink \ And found some peace inside yourself, laid down your heavy load”

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